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CULTURA


ANTÓNIO CÂNDIDO DE FIGUEIREDO (1846-1925) Cândido de Figueiredo nasceu no lugar de Lobão da Beira, concelho de Tondela, a 19.09.1846. Concluiu a 19.06.1867, no seminário de Viseu, o curso de Teologia. Ingressar na Universidade de Coimbra, matriculando-se na respectiva Faculdade de Direito (1869-1874). Participa na chamada Questão Coimbrã. Não lhe agradando, porém, a vida eclesiástica a que a família o destinara, conseguiu, após obstinados esforços, que o papa Leão XIII o dispensasse de ordens eclesiásticas e casa com D. Mariana Angélica de Andrade. E, 1876 vem para Lisboa advogar, estabelecendo um escritório privado em parceria com Júlio Vilhena. Desempenha algumas comissões oficiais de instrução pública, por incumbência do Ministério do Reino, sendo nomeado inspector das escolas do distrito de Coimbra. No ano seguinte foi nomeado conservador do Registo Predial da comarca de Pinhel e transferido depois para Fronteira e em seguida para Alcácer-do-Sal, onde exerceu o cargo de presidente da Câmara Municipal. Mais tarde, em 1881, obteve a nomeação de secretário-geral da Bula da Cruzada, e no ano seguinte a de professor provisório do Liceu Central de Lisboa, passando depois a funcionário do Ministério da Justiça, subindo hierarquicamente até sub-director-geral, de que se aposentou com mais de 40 anos de serviço. Por várias vezes exerceu interinamente as funções de director geral da Justiça. No ministério Dias Ferreira de 1893, foi governador civil de Vila Real; e, quando foi ministro das Obras Públicas, o Dr. Bernardino Machado, nomeado seu secretário particular. Foi poeta e jornalista, tendo colaborado em inúmeros periódicos como o Panorama (1856 a 1863), Aljubarrota, Lusitano, Progresso, Bem Público, Voz Feminina, Revista dos Monumentos Sepulcrais, Almanaque de Lembranças, Notícias (depois Diário Popular), Grinalda, Crisálida, Pais, Hinos e Flores, Repositório Literário, Tribuno Popular, Independência, Recreio Literário, Folha, Panorama Fotográfico, Viriato, Gazeta Setubalense, Democracia (de Elvas), etc. Fundou e dirigiu a Capital, foi redactor do diário Globo. Entrou depois para a redacção do Diário de Notícias, onde se manteve por largos anos, publicando valiosas crónicas literárias, que assinava com o pseudónimo de Cedef. Também colaborou na Revista de Portugal e Brasil, no Ocidente, etc. Foi lexicólogo e linguista de renome. Fez parte da comissão encarregada de fixar as bases da ortografia, juntamente com os professores Carolina Michaelis, Gonçalves Viana, Leite de Vasconcelos, José Joaquim Nunes e outros (1991). Foi, em 1874, eleito sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, e mais tarde, em 1915, sócio efectivo da mesma douta agremiação. Também em 1874 foi eleito, por unanimidade, professor correspondente da Academia de Jurisprudência e Legislação de Madrid. Anteriormente, em 1871, o Instituto de Coimbra nomeara-o seu sócio. Em 1878, proposto pelos orientalistas Oppert e Guiard, foi eleito membro titular da Sociedade Asiática de Paris. Em 1887, o professorado de ensino livre elegeu-o vogal do Conselho Superior de Instrução Pública e em 1890, pelo Ministério do Reino, foi nomeado para fazer parte da comissão encarregada de rever a nomenclatura geográfica portuguesa. Foi membro do Congresso dos Orientalistas de Londres; e, em 1902, tornou-se membro da Real Academia Espanhola. O Congresso Jurídico do Rio de Janeiro premiou-o com a medalha de honra e obteve o prémio de “palmas de ouro” num concurso poético da Academia Montreal de Toulouse. Foi agraciado com o grau de cavaleiro da Ordem da Cruz branca de Itália. Era também sócio da Academia Brasileira de Letras. Em 1908 o governo agraciou-o com a Carta de Conselho, por distintos serviços públicos. Com Luciano Cordeiro e outros fundou, em 1876, a Sociedade de Geografia. Quando faleceu era presidente da Academia das Ciências de Lisboa. Também foi vice-cônsul do México em Lisboa. Morre em Lisboa a 26.09.1925. Obras Relevantes para o Direito Administrativo: • O Município e a Descentralização. Coimbra, na Imprensa da Universidade, 1872 – Designada como “rápido estudo a propósito do último projecto de reforma administrativa” e destinada a Luiz de Campos. • Rudimentos de Direito Publico Portuguez. Lisboa, na Livraria Ferreira, 1884 – Destinada e acomodada ao “programa oficial para uso dos alunos de instrução secundária”, designadamente da cadeira de “elementos de legislação civil, de direito público e administrativo português e de economia política”. A obra procura vulgarizar as noções mais elementares de direito público e as prescrições legais em que se baseia o direito político português, dividindo-se em quatro capítulos principais: noções gerais; monumentos do direito público português; os poderes do estado; direitos garantidos aos cidadãos.

CÂNDIDO DE FIGUEIREDO-VIDA E OBRA

CÂNDIDO DE FIGUEIREDO-WIKIPÉDIA

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SÓ ÁUDIO


TEATRO/ADCR-SÃO JOÃO DO MONTE
"O ERMITÃO

AUDITÓRIO DA JUNTA DE FREGUESIA

45º. ANIVERSÁRIO 
CASA DO POVO DE LOBÃO DA BEIRA


BANNER/HORÁCIO ANTUNES
ALGUMA DA POESIA DE HORÁCIO ANTUNES
(PELO SEU PUNHO)
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'O SERRAR DA VELHA'

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SERRAR A VELHA 2008

O Serrar da Velha é uma antiga tradição popular em Lobão da Beira, inserida nos rituais de passagem, marcados pelo desejo simbólico de regeneração e renovação. Realiza-se a meio do período da Quaresma com esta cerimónia particular. A tradição inicia-se na noite anterior, com o anunciar porta a porta, que na noite seguinte, as avós da casa, serão serradas. Um grupo de rapazes forma o cortejo que percorre a aldeia durante a noite e visita a casa das senhoras já avós, ou, em outras situações, a casa das senhoras mais idosas da aldeia. Com um serrote simulam o serrar da Velha que está dentro do cortiço. Todo o cortejo faz-se acompanhar de uma forte componente musical, com instrumentos ruidosos, por forma a acordar todos aqueles que dormiam. Serrar a Velha é também um momento destinado à sátira social. Um ritual onde se pode dizer a brincar tudo o que faz falta.----- O Serrar da Velha é uma antiga tradição popular em Lobão da Beira, inserida nos rituais de passagem, marcados pelo desejo simbólico de regeneração e renovação. Realiza-se a meio do período da Quaresma com esta cerimónia particular. A tradição inicia-se na noite anterior, com o anunciar porta a porta, que na noite seguinte, as avós da casa, serão serradas. Um grupo de rapazes forma o cortejo que percorre a aldeia durante a noite e visita a casa das senhoras já avós, ou, em outras situações, a casa das senhoras mais idosas da aldeia. Com um serrote simulam o serrar da Velha que está dentro do cortiço. Todo o cortejo faz-se acompanhar de uma forte componente musical, com instrumentos ruidosos, por forma a acordar todos aqueles que dormiam. Serrar a Velha é também um momento destinado à sátira social. Um ritual onde se pode dizer a brincar tudo o que faz falta.----- O Serrar da Velha é uma antiga tradição popular em Lobão da Beira, inserida nos rituais de passagem, marcados pelo desejo simbólico de regeneração e renovação. Realiza-se a meio do período da Quaresma com esta cerimónia particular. A tradição inicia-se na noite anterior, com o anunciar porta a porta, que na noite seguinte, as avós da casa, serão serradas. Um grupo de rapazes forma o cortejo que percorre a aldeia durante a noite e visita a casa das senhoras já avós, ou, em outras situações, a casa das senhoras mais idosas da aldeia. Com um serrote simulam o serrar da Velha que está dentro do cortiço. Todo o cortejo faz-se acompanhar de uma forte componente musical, com instrumentos ruidosos, por forma a acordar todos aqueles que dormiam. Serrar a Velha é também um momento destinado à sátira social. Um ritual onde se pode dizer a brincar tudo o que faz falta.----- O Serrar da Velha é uma antiga tradição popular em Lobão da Beira, inserida nos rituais de passagem, marcados pelo desejo simbólico de regeneração e renovação. Realiza-se a meio do período da Quaresma com esta cerimónia particular. A tradição inicia-se na noite anterior, com o anunciar porta a porta, que na noite seguinte, as avós da casa, serão serradas. Um grupo de rapazes forma o cortejo que percorre a aldeia durante a noite e visita a casa das senhoras já avós, ou, em outras situações, a casa das senhoras mais idosas da aldeia. Com um serrote simulam o serrar da Velha que está dentro do cortiço. Todo o cortejo faz-se acompanhar de uma forte componente musical, com instrumentos ruidosos, por forma a acordar todos aqueles que dormiam. Serrar a Velha é também um momento destinado à sátira social. 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Um ritual onde se pode dizer a brincar tudo o que faz falta.----- O Serrar da Velha é uma antiga tradição popular em Lobão da Beira, inserida nos rituais de passagem, marcados pelo desejo simbólico de regeneração e renovação. Realiza-se a meio do período da Quaresma com esta cerimónia particular. A tradição inicia-se na noite anterior, com o anunciar porta a porta, que na noite seguinte, as avós da casa, serão serradas. Um grupo de rapazes forma o cortejo que percorre a aldeia durante a noite e visita a casa das senhoras já avós, ou, em outras situações, a casa das senhoras mais idosas da aldeia. Com um serrote simulam o serrar da Velha que está dentro do cortiço. Todo o cortejo faz-se acompanhar de uma forte componente musical, com instrumentos ruidosos, por forma a acordar todos aqueles que dormiam. Serrar a Velha é também um momento destinado à sátira social. Um ritual onde se pode dizer a brincar tudo o que faz falta.----- O Serrar da Velha é uma antiga tradição popular em Lobão da Beira, inserida nos rituais de passagem, marcados pelo desejo simbólico de regeneração e renovação. Realiza-se a meio do período da Quaresma com esta cerimónia particular. A tradição inicia-se na noite anterior, com o anunciar porta a porta, que na noite seguinte, as avós da casa, serão serradas. Um grupo de rapazes forma o cortejo que percorre a aldeia durante a noite e visita a casa das senhoras já avós, ou, em outras situações, a casa das senhoras mais idosas da aldeia. Com um serrote simulam o serrar da Velha que está dentro do cortiço. Todo o cortejo faz-se acompanhar de uma forte componente musical, com instrumentos ruidosos, por forma a acordar todos aqueles que dormiam. Serrar a Velha é também um momento destinado à sátira social. Um ritual onde se pode dizer a brincar tudo o que faz falta.----- O Serrar da Velha é uma antiga tradição popular em Lobão da Beira, inserida nos rituais de passagem, marcados pelo desejo simbólico de regeneração e renovação. Realiza-se a meio do período da Quaresma com esta cerimónia particular. A tradição inicia-se na noite anterior, com o anunciar porta a porta, que na noite seguinte, as avós da casa, serão serradas. Um grupo de rapazes forma o cortejo que percorre a aldeia durante a noite e visita a casa das senhoras já avós, ou, em outras situações, a casa das senhoras mais idosas da aldeia. Com um serrote simulam o serrar da Velha que está dentro do cortiço. Todo o cortejo faz-se acompanhar de uma forte componente musical, com instrumentos ruidosos, por forma a acordar todos aqueles que dormiam. Serrar a Velha é também um momento destinado à sátira social. Um ritual onde se pode dizer a brincar tudo o que faz falta.-----
SERRAR DA VELHA
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LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGADO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGADO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGADO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGADO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGAGO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.---- LOBÃO DA BEIRA WEB, AGRADECE TODA A COLABORAÇÃO PRESTADA, ESSENCIALMENTE AO JÚLIO "NECAS" E AO JOAQUIM "CASACO", QUE PERMITIRAM A NOSSA PRESENÇA NA INICIATIVA, E QUE NOS PROPORCIONARAM UMA NOITE INESQUECÍVEL; OBRIGADO AINDA A TODO O GRUPO, SEM ESQUECER OS INTRATÁVEIS MAFARRICOS.----

VÍDEO 2                                             VÍDEO 3

                                    

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SERRAR DA VELHA

"VELHA": JÚLIO "NECAS" - "PADRE": JOAQUIM "CASACO"

ÁLBUM DE FOTOS

FOTOS EM SLIDESHOW

Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demónios da má colheita. As origens do Carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis. Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam, as grandes festas como o carnaval estão associadas a fenómenos astronómicos e a ciclos naturais. O carnaval se caracteriza por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos carnavais foram ou são: os de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice. O Carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Quinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou. O termo Carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavra dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne. A própria origem do Carnaval é obscura. É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de carácter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do Carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os actos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.• Os dias exactos do início e fim da estação carnavalesca variam de acordo com as tradições nacionais e locais, e têm-se alterado no tempo. Assim, em Munique e na Baviera (Alemanha), ela começa na festa da Epifania, 6 de Janeiro (dia dos Reis Magos), enquanto em Colónia e na Renânia, também na Alemanha, o Carnaval começa às 11h11min do dia 11 de Novembro (undécimo mês do ano). Na França, a celebração se restringe à terça-feira gorda e à mi-carême, quinta-feira da terceira semana da Quaresma. Nos Estados Unidos, festeja-se o Carnaval principalmente de 6 de Janeiro à terça-feira gorda (mardi-gras em francês, idioma dos primeiros colonizadores de Nova Orleans, na Louisiana), enquanto na Espanha a quarta-feira de cinzas se inclui no período momesco, como lembrança de uma fase em que esse dia não fazia parte da Quaresma. No Brasil, até a década de 1940, sobretudo no Rio de Janeiro, as festas pré-carnavalescas se iniciavam em Outubro, na comemoração de N. Sra. da Penha, crescia durante a passagem de ano e atingia o auge nos quatro dias anteriores às Cinzas — sábado, domingo, segunda e terça-feira gorda. Hoje em dia, tanto em Recife (Pernambuco), quanto em Salvador (Baia), o Carnaval inclui a quarta-feira de cinzas e dias subsequentes, chegando, por vezes, a incluir o sábado de Aleluia.

DOMINGO GORDO EM LOBÃO DA BEIRA

A HISTÓRIA DO CARNAVAL


JOGO DA MALHA
UM DESPORTO TRADICIONAL A PRESERVAR

Em Lobão da Beira, manda a tradição que a malha se jogue assim: Material: 4 malhas de madeira, ferro ou pedra (duas para cada equipa); 2 pinos (paus redondos que se equilibrem na vertical). Jogadores: 2 equipas de 2 elementos cada. Jogo: Num terreno liso e plano, são colocados os pinos, na mesma direcção, com cerca de 15/18 metros de distância entre eles. Cada equipa encontra-se atrás de um pino. Joga primeiro um elemento de uma equipa e depois o da outra, tendo como objectivo derrubar ou colocar a malha o mais perto do pino onde está a outra equipa, lançando-a com uma mão. Pontuação: 6 pontos por cada derrube, 3 pontos para a malha que fique mais perto do pino. Quando uma equipa atinge 30 pontos, ganha. Uma partida pode ser composta por três jogos, uma equipa para vencer terá de ganhar dois.---- Em Lobão da Beira, manda a tradição que a malha se jogue assim: Material: 4 malhas de madeira, ferro ou pedra (duas para cada equipa); 2 pinos (paus redondos que se equilibrem na vertical). Jogadores: 2 equipas de 2 elementos cada. Jogo: Num terreno liso e plano, são colocados os pinos, na mesma direcção, com cerca de 15/18 metros de distância entre eles. Cada equipa encontra-se atrás de um pino. Joga primeiro um elemento de uma equipa e depois o da outra, tendo como objectivo derrubar ou colocar a malha o mais perto do pino onde está a outra equipa, lançando-a com uma mão. Pontuação: 6 pontos por cada derrube, 3 pontos para a malha que fique mais perto do pino. Quando uma equipa atinge 30 pontos, ganha. Uma partida pode ser composta por três jogos, uma equipa para vencer terá de ganhar dois.---- Em Lobão da Beira, manda a tradição que a malha se jogue assim: Material: 4 malhas de madeira, ferro ou pedra (duas para cada equipa); 2 pinos (paus redondos que se equilibrem na vertical). Jogadores: 2 equipas de 2 elementos cada. Jogo: Num terreno liso e plano, são colocados os pinos, na mesma direcção, com cerca de 15/18 metros de distância entre eles. Cada equipa encontra-se atrás de um pino. Joga primeiro um elemento de uma equipa e depois o da outra, tendo como objectivo derrubar ou colocar a malha o mais perto do pino onde está a outra equipa, lançando-a com uma mão. Pontuação: 6 pontos por cada derrube, 3 pontos para a malha que fique mais perto do pino. Quando uma equipa atinge 30 pontos, ganha. Uma partida pode ser composta por três jogos, uma equipa para vencer terá de ganhar dois.---- Em Lobão da Beira, manda a tradição que a malha se jogue assim: Material: 4 malhas de madeira, ferro ou pedra (duas para cada equipa); 2 pinos (paus redondos que se equilibrem na vertical). Jogadores: 2 equipas de 2 elementos cada. Jogo: Num terreno liso e plano, são colocados os pinos, na mesma direcção, com cerca de 15/18 metros de distância entre eles. Cada equipa encontra-se atrás de um pino. Joga primeiro um elemento de uma equipa e depois o da outra, tendo como objectivo derrubar ou colocar a malha o mais perto do pino onde está a outra equipa, lançando-a com uma mão. Pontuação: 6 pontos por cada derrube, 3 pontos para a malha que fique mais perto do pino. Quando uma equipa atinge 30 pontos, ganha. Uma partida pode ser composta por três jogos, uma equipa para vencer terá de ganhar dois.---- Em Lobão da Beira, manda a tradição que a malha se jogue assim: Material: 4 malhas de madeira, ferro ou pedra (duas para cada equipa); 2 pinos (paus redondos que se equilibrem na vertical). Jogadores: 2 equipas de 2 elementos cada. Jogo: Num terreno liso e plano, são colocados os pinos, na mesma direcção, com cerca de 15/18 metros de distância entre eles. Cada equipa encontra-se atrás de um pino. Joga primeiro um elemento de uma equipa e depois o da outra, tendo como objectivo derrubar ou colocar a malha o mais perto do pino onde está a outra equipa, lançando-a com uma mão. Pontuação: 6 pontos por cada derrube, 3 pontos para a malha que fique mais perto do pino. Quando uma equipa atinge 30 pontos, ganha. Uma partida pode ser composta por três jogos, uma equipa para vencer terá de ganhar dois.---- Em Lobão da Beira, manda a tradição que a malha se jogue assim: Material: 4 malhas de madeira, ferro ou pedra (duas para cada equipa); 2 pinos (paus redondos que se equilibrem na vertical). Jogadores: 2 equipas de 2 elementos cada. Jogo: Num terreno liso e plano, são colocados os pinos, na mesma direcção, com cerca de 15/18 metros de distância entre eles. Cada equipa encontra-se atrás de um pino. Joga primeiro um elemento de uma equipa e depois o da outra, tendo como objectivo derrubar ou colocar a malha o mais perto do pino onde está a outra equipa, lançando-a com uma mão. Pontuação: 6 pontos por cada derrube, 3 pontos para a malha que fique mais perto do pino. Quando uma equipa atinge 30 pontos, ganha. Uma partida pode ser composta por três jogos, uma equipa para vencer terá de ganhar dois.---- Em Lobão da Beira, manda a tradição que a malha se jogue assim: Material: 4 malhas de madeira, ferro ou pedra (duas para cada equipa); 2 pinos (paus redondos que se equilibrem na vertical). Jogadores: 2 equipas de 2 elementos cada. Jogo: Num terreno liso e plano, são colocados os pinos, na mesma direcção, com cerca de 15/18 metros de distância entre eles. Cada equipa encontra-se atrás de um pino. Joga primeiro um elemento de uma equipa e depois o da outra, tendo como objectivo derrubar ou colocar a malha o mais perto do pino onde está a outra equipa, lançando-a com uma mão. Pontuação: 6 pontos por cada derrube, 3 pontos para a malha que fique mais perto do pino. Quando uma equipa atinge 30 pontos, ganha. 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FOTOGRAFIAS

OUTROS JOGOS TRADICIONAIS PORTUGUESES

SARAU DE MÚSICA
IGREJA MATRIZ DE LOBÃO DA BEIRA


No dia 12 de Fevereiro, quinta feira, pelas 21.00 horas, realizou-se um sarau de música na nossa igreja matriz. O evento teve como primeira figura o músico tondelense Rui Silva, que presenteou a numerosa assistência com um verdadeiro show de marimba. O repertório, foi preenchido maioritariamente em torno das sarabande de Bach, proporcionando ao vasto auditório uma noite mágica de música clássica. O serão musical, teve ainda a participação do músico da terra, Cláudio André, que em dueto com Rui Silva maravilhou a assistência com dois temas musicais. O instrumento utilizado pelo André, foi o trombone de varas, que em articulação com a marimba, libertaram uma mescla de sonoridades verdadeiramente únicas e muito agradáveis, não sendo alheio ao facto as excelentes condições acústicas das naves da nossa igreja. A promoção e a realização do espectáculo, esteve a cargo da Paróquia, que disponibilizou o espaço e diligenciou, para que nada faltasse aos intervenientes do evento. Lobão da Beira Web, agradece ainda ao Sr. Padre João Pedro a amabilidade e disponibilidade para a recolha de imagens, que publicamos neste espaço; Bem haja.

EXCERTOS EM VÍDEO DO ESPECTÁCULO


PARA VER MAXIMIZADO


ÁLBUM DE FOTOS


INESQUECÍVEL NOITE CULTURAL 1993
VEJA AQUI TRÊS MAGNÍFICOS VÍDEOS

IMAGENS CEDIDAS POR ANTÓNIO SOBRAL
UM LOBANENSE QUE AMA A SUA TERRA


A QUEM O LOBÃO DA BEIRA WEB AGRADECE

TAMBÉM A MINHA HOMENAGEM AO MEU SAUDOSO PRIMO E AMIGO
GABRIEL PAIVA FERREIRA
(QUE TENHA O ETERNO E MERECIDO DESCANSO-PAZ À SUA ALMA)





CASAS FAZENDEIRAS
(UM PATRIMÓNIO A PRESERVAR)

VER AQUI MAIS FOTOS


 
Lobão da Beira, 24-07-2008


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