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AS ÚLTIMAS DO MUNDO SOBRE AGRICULTURA E PECUÁRIA

NOTÍCIAS SOBRE AGRICULTURA E PECUÁRIA
Tue, May 5 2009 - 3:01 PM
Smithfield realiza testes em suínos do México
Smithfield Foods, maior empresa produtora e processadora de carne suína do mundo, entregou para análise do governo mexicano, no domingo, amostras colhidas em uma granja de suínos da empresa, para conf...
Thu, Apr 30 2009 - 2:16 PM
Ministro aprova consumo de carne suína
O Ministério da Agricultura anunciou medidas para evitar queda nos negócios com a carne de porco. A preocupação é que, com o temor da gripe suína, o consumo caia. O Ministro Reinhold Stephanes ouviu ...
Tue, Apr 28 2009 - 12:47 AM
Arrozeiro destroi tudo antes de sair da reserva em RR
O fazendeiro Paulo César Quartiero, maior produtor rural instalado no interior da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, decidiu adotar a política da terra arrasada. Insatisfeito com a decisã...
Tue, Apr 21 2009 - 7:19 PM
Presidente da CNA vem a Mato Grosso para discutir crise no setor
A senadora e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, programou viagem para Mato Grosso nesta semana. A visita é parte das atividades do programa CNA em Campo...
Thu, Apr 16 2009 - 2:34 AM
Crise mundial derruba lucro líquido da Cargill
A crise financeira e seus efeitos sobre a atividade econômica global derrubou o lucro líquido global da Cargill no terceiro trimestre deste exercício 2009, encerrado em 28 de fevereiro. Em comunicado,...
Thu, Apr 16 2009 - 2:29 AM
Brasil previne contra febre aftosa nas fronteiras
Seiscentas mil doses de vacina contra febre aftosa foram entregues ao Serviço Nacional de Sanidade Agropecuária e Alimentar da Bolívia (Senasag) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abasteciment...
Sat, Apr 11 2009 - 3:02 PM
Suinocultura enfim começa a respirar
Enfim a suinocultura respira com mais tranquilidade, depois dos meses complicados que vinha passando, embora continue navegando em águas turbulentas. O setor vive uma situação, no mínimo, dramática, d...
Sat, Apr 11 2009 - 2:27 PM
Expo Londrina mostra que setor produtivo tem espaço para crescer
Em visita à 49ª Expo Londrina 2009, nesta terça-feira (7), o governador em exercício, Orlando Pessuti, disse que a movimentação financeira de 23,6% contabilizada nos cinco primeiros dias, em 18 leilõe...
Sat, Apr 11 2009 - 1:42 PM
Governo e parlamentares mineiros buscam solução para cafeicultura
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o secretário de Agricultura do Estado, Gilman Viana Rodrigues e parlamentares de Minas Gerais, entre eles o deputado federal Paulo Piau (PMDB-MG) reuniram-se...
Wed, Apr 8 2009 - 7:42 PM
Plantadeira Agrícola John Deere Série 1100
Esta é a plantadeira John Deere série 1100. Possui chassi em aço modular reforçado de elevada resistência e durabilidade. Seu chassi é projetado para possibilitar a montagem de vários espaçamentos ent...
Fri, Apr 3 2009 - 3:23 AM
Preço do algodão estabiliza com retração vendedora
Os preços do algodão em pluma se estabilizaram no mercado interno, após atingirem os menores patamares do histórico do Cepea. Entre 24 e 31 de março, o Indicador CEPEA/ESALQ ? 8 dias para pagamento ? ...
Fri, Apr 3 2009 - 1:47 AM
Stefhanes diz que agronegôcio está dentro da normalidade
Apesar da agropecuária brasileira estar abalada com a atual conjuntura econômica, no qual segmentos como o da pecuária de corte, vem enfrentando graves abalos, o ministro da Agricultura, Pecuária e Ab...
Sun, Mar 29 2009 - 8:59 PM
Inovação em Agropecuária -Programa de doutorado Brasil-Argentina
A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) recebe até a próxima quinta-feira (2) inscrições para o Programa Binacional de Doutorado em Ciência, Tecnologia e Inovação em Agropecuária. O pro...
Thu, Mar 26 2009 - 2:38 AM
Análise de mercado do boi gordo
A oferta de boi gordo segue minguada em São Paulo. As programações de abate estão curtas e há dificuldade em se comprar boi gordo no Estado. A compra de animais de praças vizinhas também diminuiu em ...
Tue, Mar 17 2009 - 12:38 AM
EUA terão uma maior plantação de soja
Os agricultores americanos plantarão neste ano o maior volume de soja da história do país, avançando sobre as áreas de trigo e milho, segundo uma pesquisa da Allendale. A plantação subirá 6,2%, para 8...
Wed, Mar 11 2009 - 12:47 AM
Arroz deverá ter produção maior que safra passada
Segundo levantamento de grãos da safra 2008/2009 a área plantada de arroz deve ter um pequeno aumento que deve girar em torno de 0,7% em relação à safra 2007/08, passando de 2.875,0 para 2.893,9 mil h...
Wed, Mar 4 2009 - 1:46 AM
Feira Internacional de caprinos e ovinos
Reconhecida como um dos principais eventos da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura, a 6ª edição da Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Feinco), que acontece entre 10 a 14 de março, no Centro ...
Sun, Feb 22 2009 - 2:27 AM
Embrapa apresenta o Incinerador de animais
A Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária mais uma vez inova com suas tecnologias. Durante o Show Rural Coopavel 2009 apresentou aos suinucultores o inédito incinerador de animais de peq...
Mon, Feb 16 2009 - 9:22 PM
A hidroponia e o meio ambiente
A técnica de cultivo de plantas em hidroponia é uma ferramenta poderosa na preservação e uso racional da água, permitindo a economia deste recurso natural da ordem de dez vezes, quando comparado a out...
Tue, Feb 10 2009 - 12:40 PM
Embrapa desenvolve farinha de milho e soja
Em geral, o processo de extrusão resulta na gelatinização do amido, desnaturação da proteína, formação de complexos entre amido e lipídio e entre proteína e lipídio. Estas mudanças estruturais permite...
Mon, Jan 26 2009 - 9:31 PM
Cultivo do Morango
A cultura do morango é conduzida como cultura anual, com novos plantios a cada ano-safra. A produção de mudas é efetuada do final da primavera ao início do outono; a colheita dos frutos inicia-se dois...
Thu, Jan 15 2009 - 12:19 AM
China se torna maior importador agrícola do Brasil
A China saiu da terceira para a primeira posição no ranking de importadores de produtos agrícolas do Brasil. O Ministério da Agricultura informou que o número de exportações para o país asiático aumen...
Thu, Jan 8 2009 - 1:02 AM
Brasil é modelo para países do Cone Sul na recuperação de pastagen...
Práticas adotadas no Brasil, como o plantio direto e o uso de um sistema integrado agrícola-pecuário-florestal são exemplos de estratégias de pecuária associada ao desenvolvimento sustentável recomend...
Tue, Dec 30 2008 - 8:43 PM
PR deve colher 25% menos feijão por causa do clima, prevê Deral
Apesar de ter aumentado em 26% a área plantada com feijão, o Paraná deve colher nesta primeira safra (das águas) 25% menos do que o esperado. A estimativa do Departamento de Economia Rural (Deral), vi...
Tue, Dec 16 2008 - 12:19 PM
Coamo antecipa distribuição de R$ 31,5 milhões em sobras
Me desculpem os amigos por falar um pouco de mim quando funcionário desta empresa. Sou suspeito de falar sobre a Coamo porque foi nela que tive opurtunidade profissional e desempenhei minhas atividade...
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BORDA D'ÁGUA FEV/2010


A HISTÓRIA DO VINHO
O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. --- O vinho acompanhou o Homem na sua caminhada. Perde-se nos tempos a origem desta bebida tão apreciada na nossa época. Ninguém sabe exactamente como é que o vinho surgiu. No entanto existem vestígios arqueológicos de sementes de uva, da variedade usada para vinificação, que datam do período de transição entre a passagem de uma cultura nómada para uma cultura sedentária, com a criação da agricultura. Assim a fabricação de vinho é mesmo anterior à própria escrita. Apesar de não existirem certezas quanto à origem do vinho, ele faz parte de numerosas lendas e histórias. Fazem parte da cultura do Homem. Cada povo, cada cultura, tem em si uma explicação para o vinho, onde participaram deuses, semi-deuses, reis e homens protegidos de Deus, como por exemplo na referência a Noé, que após ter desembarcado os animais, plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou. São lendas e histórias onde está descrito a sua origem, onde o vinho surge para gáudio dos homens. Desde a mitologia grega à mesopotâmica, passando pelos romanos, grandes apreciadores e produtores de vinho, há histórias sobre o vinho e como é que este começou a ser produzido. Os egípcios não foram os primeiros produtores de vinho, mas foram os primeiros a deixar registado nas suas pinturas detalhes de como preparar o vinho, assim como detalhes das ocasiões e festividades em que este era consumido. O vinho passou a fazer parte das rotas comerciais e os vinhos egípcios começaram a ser comercializados pelos fenícios, tendo por este meio chegado à Grécia. Na Grécia o vinho tornou-se parte importante das relações sociais e comerciais e começaram a ser plantadas vinhas em outras localizações na Europa. Os gregos tornam-se grandes exportadores de vinho na época, sendo este famosos pelos vinhos produzidos nas suas ilhas. Já nesta altura havia vários tipos de vinhos, apesar de serem preferidos os vinhos doces. Era habitual misturar água no vinho, assim como especiarias quando o vinho era consumido em situações mais formais. O vinho tinha grande importância a nível social e intelectual. Aqui surgem os simpósios, em que os gregos se reuniam para discussão de temas intelectuais, acompanhados da taça de vinho. Mas também havia situações informais com danças e conversas alegres. Já nesta altura o vinho era utilizado com fins medicinais, havendo referência às propriedades de cura do vinho em texto de medicina da época. Após o vinho ter chegado ao sul da Itália deram-se vários acontecimentos históricos que vieram a ser vantajosos para a cultura vinícola. Os romanos, após a conquista dos territórios no Mediterrâneo Ocidental, começaram a investir na agricultura, incluindo é claro os vinhedos. Começa então uma nova era para o vinho. Começam a ser fabricados os primeiros vinhos de qualidade acabando por ser estabelecida a plantação de vinhas em quase todo o território da Itália. Pompeia era um grande fabricante e exportadores de vinho e após a erupção do Vesúvio muitos vinhedos foram destruídos. Após isto começaram a ser plantados vinhedos de uma forma desenfreada, o que acabou por causar uma desvalorização do vinho e um excesso de produção de vinho. Isto fez com que fosse lançado um decreto pelo Imperador Domiciano proibindo a plantação de novos vinhedos e mandando destruir cerca de metade dos vinhedos existentes nas áreas ultramarinas. Surgem nesta altura tratados e livros sobre os vinhos que incluíam as técnicas de plantação, vinificação e propriedades curativas dos vinhos. No entanto o vinho sofreu uma reviravolta com a queda do Império Romano. Tal não se passou apenas com os vinhos, mas com toda a cultura romana. Foi um período de conflitos e instabilidade política e económica que em nada contribuiu para a produção e comercialização do vinho. Com a Idade Média, o vinho volta a ressurgir. A Igreja Católica estava a fortalecer-se cada vez mais como religião. E o vinho era um símbolo poderoso: o sangue de Cristo. Começaram a ser plantados vinhedos junto aos mosteiros. E o vinho começou a ser produzido, quer para a celebração das cerimónias religiosas, quer para o sustento dos monges. Começam assim a surgir grandes vinhedos nas principais ordens religiosas europeias. Para além disto o vinho aromatizado começou a ser utilizado para fins médicos pois acreditava-se ter propriedade curativas. Com esta atenção dada aos vinhos, começaram a surgir novos tipos de vinhos. Os católicos continuaram com a sua conquista pelo território e ao conquistarem o território na costa do Mediterrâneo passaram a ter a possibilidade de exportar o vinho por via marítima. Mais tarde, com a procura de novos territórios e de novas rotas comerciais mais rápidas e menos dispendiosas, foi descoberta a América. Também aqui se iniciou a plantação de vinhedos e a produção de vinho. Com a Revolução Industrial houve uma quebra na qualidade do vinho, devido à produção massiva deste para consumo generalizado. Tornou-se uma bebida comum e relativamente barata, mas de pouca qualidade. Os produtores tiveram de se adaptar às novas tecnologias e na verdade chegaram a vinhos de grande qualidade. Vinhos dos quais podemos agora desfrutar. ---

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